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sexta, 15 dezembro 2017
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Ouça ou Baixe o hino da 13ª Região Tradicionalista:


A 13ª Região Tradicionalista (13ª RT), com sede em Santa Maria, conta atualmente com 89 entidades filiadas.
É composta pelos seguintes municípios: Agudo, Dilermando de Aguiar, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Formigueiro, Itaára, Ivorá, Nova Palma, Paraíso do Sul, Restinga Seca, Santa Maria, São João do Polesine, São Martinho da Serra, São Pedro do Sul, São Sepé, Silveira Martins e Vila Nova do Sul.

Traje alternativo feminino da 13ª RT

No dia 02 de agosto de 2003, no Encontro Regional nº 004/2003, realizado nas dependências do DT Estância de San Sepé, no município de São Sepé, foi aprovado, por unanimidade, o traje alternativo feminino da 13ª RT.

 

ARGUMENTOS

– Há necessidade das prendas permanecerem pilchadas durante os eventos tradicionalistas, em ocasiões não formais, mantendo-se dentro dos ditames das pesquisas realizadas e das diretrizes aprovadas pelo MTG;

– De optarem por um traje de baixo custo financeiro em relação ao traje oficial;

– Que seja prático para deslocar-se no espaço físico disponível, principalmente nas ocasiões de serviço;

– A bombacha feminina é alternativa ao uso do vestido de prenda, porém, adapta-se melhor para ocasiões campeiras;

– Pela inconsistência existente entre o traje alternativo já existente na 13ª RT e as diretrizes de indumentária do Movimento Tradicionalista Gaúcho;

– Ao desagravo que a saia-calça, peça componente do atual traje alternativo, gera em senhoras e senhoritas que não se enquadram nos padrões de medidas ideais, ou seja, desfrutam de sobrepeso;

– Dentro da sociedade cristã ocidental o traje feminino era composto por saia longa ou vestido, o que explica as saias longas com blusas pelas imigrantes alemãs e italianas que fixaram residência na 13ª Região Tradicionalista. Numa breve revisão bibliográfica, acompanha-se a distinção das vestes utilizadas pelas mulheres, ao longo dos séculos, onde o uso da saia longa é tomado como regra para o convívio social. Zattera (1995) comenta na sua obra “Pilcha do Gaúcho”, que no final do Século passado e início deste (século XX), a moda citadina feminina gaúcha segue a moda internacional…

– Várias pesquisas foram feitas e aprovadas pelo MTG, de como se vestiam as mulheres de várias épocas, de diversos padrões sociais, nunca abandonando seus vestidos ou saias, deixando-as mais elegantes e femininas sem precisar se distanciar de suas vestes de origens.

 

TRAJE APROVADO

– Saia longa, até o tornozelo ou no peito do pé, sem armação, acompanhada de camisa com gola, blusa ou bata, ou casaquinho-corpete;

– Vestido longo até o tornozelo ou no peito do pé, sem armação;

Acompanha: sapato de prenda ou botinha, saia de deslize (anágua), bombachinha, meia-calça ou meias longas.

 

DIRETRIZES PARA O USO DESTE TRAJE

SAIA OU VESTIDO:

Deve ser meio-godê ou evasê, cortado em panos ou não, sem armação, com ou sem babados (babados discretos), com cintura ou cadeirão. O comprimento deve ser no peito do pé ou até o tornozelo (mais informal). O vestido pode ter o corte princesa, sempre acompanhando o porte físico. As cores devem seguir as diretrizes do MTG.

 

CAMISA, BLUSA OU BATA:

Pode ter um leve decote, com mangas compridas ou levemente abaixo do cotovelo (vedado o uso de manga morcego), podendo finalizar a manga, a gola ou o decote com babadinhos ou fitas, condizentes com a idade.

As cores também seguem as diretrizes do MTG.

 

CASAQUINHO-CORPETE:

Com ou sem gola, sempre fechado com botões, mangas longas ou levemente abaixo do cotovelo (vedado o uso de manga morcego), pode ter um leve decote, o comprimento deve ser abaixo do cós da saia, o tecido deve seguir o clima e as cores conforme as diretrizes do MTG.

 

SAIA DE DESLIZE (ANÁGUA):

Tecido leve, sem armação, cor branca, o comprimento deve ser inferior ao da saia ou vestido, podendo ter discreto acabamento com fitas ou rendas.

 

BOMBACHINHA (conforme o manual):

Branca, de tecido leve, podendo ter enfeites discretos, abaixo dos joelhos, o comprimento deve ser mais curto que o vestido ou saia.

 

MEIAS (conforme o manual):

Longas, que cubram a nudez das pernas, sempre de cor branca ou bege.

 

SAPATOS ou BOTINHAS (conforme o manual):

Sapatos nas cores preto, marrom ou bege, com salto 5 (cinco) ou meio salto, com tiras sobre o peito do pé, que abotoe do lado de fora.

Botinhas pretas ou marrom-escuro.

 

UTILIZAÇÂO:

Este traje pode ser usado em quase todas as ocasiões, exceto nas formais como solenidades oficiais, bailes, concursos, etc.

As prendas poderão usar a faixa, desde que o comprimento seja no peito do pé e acrescentem a saia de armação, que poderá ser leve e discreta.

Se for meio-godê (não sendo evasê), com o comprimento no peito do pé e acompanhado da saia de armação, poderá ser usado também em ocasiões formais, principalmente pelas senhoras, excetuando-se as mirins.

 

OBS.:

Pedimos o maior cuidado na confecção deste traje, para não fugir do que realmente é correto, como cores, estampas, tecidos e modelos, pois queremos que esta roupa não seja somente um traje alternativo, mas uma maneira da prenda melhor representar a sua condição de mulher, ficando mais à vontade, sem deixar de ser uma prenda.

Recomendamos que a bombacha feminina deva ser usada somente para cavalgar ou ocasiões campeiras.

Segue em anexo alguns exemplos, apenas como ilustração e não com a finalidade de tornar-se padrão, pois as possibilidades de modelos são infinitas, desde que sejam obedecidas as diretrizes.